Saiba quais são os principais riscos da Fertilização in Vitro e como eles podem ser controlados com o acompanhamento adequado

A Fertilização in Vitro (FIV) é um procedimento que pode ser realizado por homens, mulheres ou casais que enfrentam dificuldades para engravidar por métodos espontâneos. Considerado um tratamento moderno, seguro e baseado em protocolos rigorosos, a FIV envolve uma extensa avaliação clínica, além de estímulo ovariano, coleta dos gametas, fecundação em laboratório e transferência embrionária.

Desta forma, por ser um processo composto por várias etapas, é comum que surjam dúvidas sobre os riscos da Fertilização in Vitro, especialmente por quem está iniciando a investigação da fertilidade.

A preocupação é natural, tendo em vista que a FIV envolve decisões importantes sobre o futuro reprodutivo. Embora alguns riscos da Fertilização in Vitro possam ser apontados, eles são amplamente conhecidos, monitorados e controlados por equipes especializadas.

Quais são os principais riscos da Fertilização in Vitro?

Para compreender os riscos da Fertilização in Vitro, é essencial entender como o tratamento funciona. A FIV começa pela estimulação ovariana, quando a mulher utiliza medicações hormonais para aumentar o número de folículos recrutados. Em seguida, ocorre a coleta dos óvulos por punção ovariana, procedimento guiado por ultrassom.

Os óvulos são então fecundados em laboratório com espermatozoides preparados para esse processo. Após alguns dias de desenvolvimento embrionário (normalmente, após 3 ou 5 dias), os embriões de melhor qualidade são transferidos para o interior do útero. Cada etapa é monitorada por especialistas, que ajustam o tratamento conforme a resposta do organismo da paciente.

Entre os riscos da Fertilização in Vitro está a hiper-resposta aos hormônios utilizados na estimulação ovariana. Nessas situações, o organismo pode produzir mais folículos do que o esperado, causando desconforto abdominal e, em casos raros, a síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO).

Outro ponto a considerar é o risco anestésico durante a punção, que é baixo, mas existe, assim como em qualquer procedimento médico que utiliza sedação. Ainda, podem ocorrer pequenas alterações hormonais temporárias, que tendem a se normalizar após o ciclo do tratamento.

Também é importante mencionar os riscos associados à gravidez múltipla, especialmente quando mais de um embrião é transferido. Gestações gemelares podem elevar a probabilidade de parto prematuro e outras complicações obstétricas.

No entanto, é fundamental reforçar que o número de embriões transferidos durante a FIV segue regulamentações estipuladas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), visando à segurança da gestante e do bebê.

Vale reforçar que todos os riscos da Fertilização in Vitro são continuamente avaliados por médicos experientes, que analisam cada etapa com responsabilidade, garantindo um tratamento seguro e individualizado.

Qual é a fase mais difícil da FIV?

A etapa que pode apresentar maior risco ou desconforto para algumas pacientes é a estimulação ovariana, principalmente quando o corpo responde de forma mais intensa aos hormônios.

Esse período exige acompanhamento rigoroso, com ultrassons seriados e exames hormonais para evitar respostas exageradas que possam aumentar os riscos da Fertilização in Vitro, como a síndrome de hiperestimulação ovariana.

Outros possíveis efeitos e complicações da FIV

Durante a FIV, a futura mamãe estará cercada de cuidados e sempre contará com o apoio do seu médico responsável. Isso permite que todos os efeitos e possíveis riscos sejam detectados prematuramente e acompanhados.

Como já mencionado, os efeitos colaterais mais comuns nesse processo estão relacionados à estimulação ovariana, já que o aumento do volume dos folículos pode gerar sensações de peso, distensão abdominal e sensibilidade pélvica. Apesar disso, a maioria dos sintomas é leve e desaparece ao fim das medicações utilizadas durante o ciclo.

A existência de riscos da Fertilização in Vitro mais relevantes é rara, especialmente quando o tratamento é conduzido com monitoramento apropriado. Podemos concluir que os efeitos colaterais mais relatados são:

  • Inchaço e desconforto abdominal;
  • Náuseas leves durante a estimulação;
  • Sensibilidade mamária;
  • Infecção leve após a punção ovariana (menos comum);
  • Alterações hormonais temporárias;
  • Pequenos sangramentos após a coleta dos óvulos.

Como reduzir os riscos da Fertilização in Vitro?

A melhor forma de reduzir os riscos da Fertilização in Vitro é por meio do acompanhamento médico especializado. Avaliações hormonais, ultrassonografias regulares, análise do histórico clínico da paciente e personalização das doses de medicações permitem ajustar o tratamento às necessidades de cada mulher.

Além disso, a adoção de técnicas e medicamentos modernos, buscando evitar a hiperestimulação ovariana, contribui para que o procedimento seja cada vez mais seguro.

A Clínica BedMed realiza a Fertilização in Vitro com protocolos seguros e acompanhamento integral

A Clínica BedMed utiliza protocolos atualizados, embasados em evidências científicas e alinhados às recomendações do Conselho Federal de Medicina e dos demais conselhos oficiais de medicina reprodutiva.

Cada paciente passa por uma avaliação completa antes do início da FIV, permitindo identificar fatores que possam aumentar os riscos da Fertilização in Vitro e ajustar o tratamento para garantir segurança, bem-estar e equilíbrio hormonal adequado durante todo o ciclo.

Além disso, o acompanhamento é contínuo, desde a primeira consulta até a transferência embrionária. A equipe monitora cada resposta do organismo da paciente, oferece orientações detalhadas e mantém uma comunicação ativa com ela para esclarecer dúvidas e reduzir qualquer preocupação associada aos riscos da Fertilização in Vitro.

 

Fontes:

Clínica BedMed

Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA)