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O cisto ovariano é uma alteração ginecológica frequente que acomete mulheres jovens em idade fértil, mas que também pode estar presente em mulheres que já chegaram à menopausa. Os cistos são, na grande maioria, benignos, sendo reabsorvidos espontaneamente pelo próprio organismo.

Muitas mulheres, quando diagnosticadas com cisto no ovário, ficam receosas que essa condição possa evoluir para um câncer de ovário. Portanto, é importante saber se esse risco é real e quais são as diferenças entre essas duas alterações.

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Quais são as diferenças entre cisto ovariano e câncer de ovário?

Inicialmente é importante que a mulher saiba que um cisto no ovário não tem risco de transformação cancerígena, ou seja, não evolui para câncer.

Tendo isso em mente, é importante conhecer quais são as principais diferenças entre essas alterações, uma vez que elas podem ser confundidas. As principais características delas são:

  • Cisto ovariano: caracteriza-se por ser uma bolsa cheia de fluído. Geralmente não apresenta fluxo de sangue ao redor e tende a regredir de forma espontânea;
  • Câncer de ovário: diferencia-se do cisto por se tratar de uma massa anormal de tecido que se prolifera (normalmente tem consistência sólida). Geralmente apresenta fluxo sanguíneo ao redor e dentro da massa e não regride ao longo do tempo.

Apenas o ginecologista poderá confirmar a diferença entre essas duas patologias. Alguns exames que podem auxiliar nesse diagnóstico são:

  • Exames de imagens, tais como a ultrassonografia transvaginal ou a ressonância nuclear magnética da pelve;
  • Exames de sangue para verificar os marcadores tumorais: em 80% dos casos de câncer no ovário, esses marcadores apresentam-se elevados.

Após a solicitação desses exames, o especialista terá mais condições de determinar se a alteração ovariana trata-se de um cisto ou de um tumor.

Quais são os fatores de risco para o câncer de ovário?

O câncer de ovário é uma doença pouco comum e devido ao difícil diagnóstico ele é, em 3/4 dos casos, identificado apenas quando já está em estágio avançado, prejudicando o seu tratamento. Devido a esses fatores, é fundamental que a mulher faça, anualmente, uma avaliação completa com o ginecologista.

Também é importante atentar-se aos fatores de risco, tais como idade superior aos 50 anos e histórico familiar de câncer de ovário. O diagnóstico precoce dessa alteração está diretamente relacionado com maiores chances de cura.





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